Uma das maiores preocupações dos pais com seus filhos na
escola é o
Bullying.
“Bullying é um termo da língua inglesa que significa: valentão”.Se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente o agressor pode insultar o outro, fazer comentários depreciativos a seu respeito ou sua família, acusá-lo de ser inútil,
danificar seus livros, material escolar e roupas, espalhar fofocas, depreciar a pessoa por prazer, ameaçar para conseguir algo em troca, entre outros comportamentos, e são praticadas por um ou mais indivíduos que geralmente possui um tipo de distúrbio comportamental que pode se manifestar por meio da violência física e/ou psicológica, quem pratica o bullying, geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário, estes causam a vitima tanto dor quanto angústia, tendo o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa que não é possível ou incapaz de se defender, o alvo desses agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos que o estão prejudicando e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de buscar ajuda. O bullying acontece numa relação desigual de forças ou poder.
A vítima pode sofrer : Bullying direto ou indireto. Direto, quando entre os agressores masculinos,
Indireto, quando em geral, a vítima teme o (a) agressor (a) em razão das ameaças ou até a concretização da violência, física ou até mesmo sexual, tendo como característica o isolamento social da vítima, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças.
Bullying fere princípios humanos:
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – que é o respeito à dignidade da pessoa humana – e também o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Lembrando que geralmente essas agressões acontecem em ambientes onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente, tais como escola, faculdade/universidade, dentro da família, pode ocorrer também no local de trabalho e até mesmo entre vizinhos.
- Entre sete e 10 anos, é comum que a criança sinta-se insultada pelos colegas e, assim, queira se defender, mas para identificar quando uma criança sofre bullying é preciso saber se ela está sendo vítima de ataques pejorativos que prejudicam a sua relação com os demais. Piadas e apelidos, por exemplo, não identificam a prática de bullying, a não ser que eles sejam frequentes e estejam incomodando em demasia a criança. É normal que o bullying inicie a partir do momento que o agressor não saiba aceitar uma diferença, podendo estar relacionada à religião, raça, estatura física, peso, cor dos cabelos, deficiências visuais, auditivas evocais, bem como diferenças sociais ou sexuais ou mesmo quando existe diferença em relação à coragem e habilidades desportivas e intelectuais. Nesse caso- Quando uma criança sofre bullying ela costuma sentir-se inibida, triste, desanimada, com baixo rendimento, foge de algumas situações e sente-se mal.
Indireto, quando em geral, a vítima teme o (a) agressor (a) em razão das ameaças ou até a concretização da violência, física ou até mesmo sexual, tendo como característica o isolamento social da vítima, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças.
Bullying fere princípios humanos:
Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – que é o respeito à dignidade da pessoa humana – e também o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de bullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.
Lembrando que geralmente essas agressões acontecem em ambientes onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente, tais como escola, faculdade/universidade, dentro da família, pode ocorrer também no local de trabalho e até mesmo entre vizinhos.
- Entre sete e 10 anos, é comum que a criança sinta-se insultada pelos colegas e, assim, queira se defender, mas para identificar quando uma criança sofre bullying é preciso saber se ela está sendo vítima de ataques pejorativos que prejudicam a sua relação com os demais. Piadas e apelidos, por exemplo, não identificam a prática de bullying, a não ser que eles sejam frequentes e estejam incomodando em demasia a criança. É normal que o bullying inicie a partir do momento que o agressor não saiba aceitar uma diferença, podendo estar relacionada à religião, raça, estatura física, peso, cor dos cabelos, deficiências visuais, auditivas evocais, bem como diferenças sociais ou sexuais ou mesmo quando existe diferença em relação à coragem e habilidades desportivas e intelectuais. Nesse caso- Quando uma criança sofre bullying ela costuma sentir-se inibida, triste, desanimada, com baixo rendimento, foge de algumas situações e sente-se mal.
Uma pesquisa realizada No Brasil, em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que o bullying é comun em alunos da 5ª e 6ª séries. Ainda a pesquisa revela que as três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba. Isso revelado em 2010.
Bullying é um problema mundial.

Comentários
Postar um comentário